Série LGBT+ atrai olhares

“RIO #SemLimites” é o primeiro filme do gênero disponível na Amazon

A cultura do Rio não tem limites. Muito menos pudor em retratar a busca pelo amor sem barreiras ou preconceitos. Primeira série brasileira LGBT+ disponível pela Amazon, o “RIO #SemLimites” retrata a vida como ela é: nua, crua, árdua e deliciosamente sedutora. A primeira temporada da série foi indicada ao RIO WEBFEST 2019 como melhor série brasileira, melhor direção, melhor atriz (Patrícia Elizardo) e melhor drama.


Gravado no final de 2015 e lançado em junho deste ano, o projeto pensado para a web/streaming surgiu do desafio de realizar uma produção audiovisual independente com alto padrão de qualidade.


São cinco episódios de um dramedy (drama com pitadas de humor), com três jovens de classe média, que vivem em busca do amor.


O trio amoroso bisexual (Ricardo, Isabel e Olivia, foto acima) é formado por Rogério Garcia (curador do teatro Nathalia Timberg), Giordanna Forte (que já foi uma das estrelas de Malhação) e Patrícia Elizardo (que viveu a médica Tônia, em “O outro lado do paraíso”, da Rede Globo).


Na foto de capa desta edição (abaixo), o ator Ricardo Duque também participa da série como o diretor de cinema Alex.


Seguem dois links com os trailers:

https://youtu.be/uw1HhAoZ-V0/

http://www.riowebseries.com/


“Ex-gay existe”

Diretor monta roteiro com personagens improváveis


Muita gente diz que não existe ex-gay. Mas o diretor Felipe Brêtas (foto abaixo) garante que sim. “Tenho pelo menos uns cinco amigos que são ex-gays”, revela ele, que usou o tema como pano de fundo da série “RIO #SemLimites”.

Todos os personagens do filme são criados em cima de relacionamentos improváveis, que Felipe encontra no cotidiano. Como, por exemplo, a bissexual que prefere mulher. “Todo mundo diz que a mulher bissexual prefere homem. E a séria mostra que não é verdade”, comenta o diretor.


A filha que convida o pai viúvo para a festa e, chegando ao local, percebe que ele se interessa por outro homem sem nunca ter sido gay, também faz parte da trama. Assim como o gay que tem preconceito com a transexual.


Morador da Ilha da Gigoia, Brêtas, aos 32 anos, montou no local, além da sua própria casa, a sede da sua produtora, a Multiphocus, e um hotel, a Casanova residência.


“Aos 18 anos já era formado em turismo e hotelaria e vi aqui na ilha a oportunidade de criar um lugar onde pudesse hospedar também as pessoas que vêm de fora para participar de produções e gravar aqui”, comenta o cineasta, que também é PhD em ciências políticas pela Universidade de Málaga, na Espanha.


Brêtas assina ainda o curta-metragem #vemprarua, além dos longas, “Era só mais um Silva”, e o premiado “O último virgem” - seu primeiro longa.


Ele também dirige "Encena – O jogo", filme que virou série no Amazon Prime. O longa satiriza o universo dos reality shows, onde atores e equipe técnica fazem parte do trama, misturando de forma surpreendente ficção e realidade. São 12 artistas confinados em uma casa e o vencedor é o protagonista da próxima novela da maior emissora do país.

 

Para seguir no Instagram:

@riosemlimites

@multiphocus


A capa do impresso de julho sobre a série


© by A Folha do Bosque

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